O selénio protege contra o mercúrio - desde que o obtenha em quantidade suficiente
O selénio protege contra o mercúrio - desde que se obtenha quantidade suficiente. Todos nós estamos sujeitos a exposição ao mercúrio, uma neurotoxina presente em grande escala na natureza e no ambiente. Segundo um relatório da UE, o mercúrio representa um grande peso económico para a sociedade devido aos custos associados a baixo QI. Só por isso, deveríamos procurar limitar a exposição ao mercúrio, bem como reflectir sobre como o selénio protege contra este metal pesado nocivo - desde que os nossos níveis de selénio sejam suficientemente elevados.
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A baixa taxa de selénio aumenta o risco de cancro da próstata no homem, e os homens dinamarqueses têm particular predisposição, segundo um estudo publicado no Bristish Journal of Nutrition. Estudos anteriores já tinham mostrado que a suplementação com selénio previne o cancro da próstata, e a levedura de selénio provou ter o efeito melhor.
Tudo indica que a associação do oligoelemento selénio com a coenzima Q10, um composto idêntico às vitaminas, é um tratamento altamente eficaz em pessoas com função cardíaca alterada.
Apesar de existirem duas formas de coenzima Q10 no nosso corpo - ubiquinona e ubiquinol - apenas um deles é capaz de produzir efeito. Este dado foi verificado recentemente por um dos investigadores que mais tem estudado a coenzima Q10.
Estudos têm mostrado que as pessoas que sofrem de enxaqueca recorrente podem beneficiar de suplementos com coenzima Q10.
Num novo estudo, Dr. Yamagishi e a sua equipa da Universidade de Tsukuba do Japão, utilizaram dados de 6.000 japoneses, de meia-idade , e, pela primeira vez, foram capazes de mostrar que os baixos níveis da coenzima Q10 no sangue estão fortemente associados a um risco aumentado de desenvolver demência.
Morrem mais mulheres que homens de doenças cardiovasculares. A alimentação e o estilo de vida desempenham um papel crucial na prevenção, e existem alguns suplementos que têm vindo a demonstrar uma redução de mortes relacionadas com doenças do foro cardiovascular em mais de 50%.
Ubiquinona ou Ubiquinol – haverá realmente diferença? Desde a descoberta da coenzima Q10, em 1957, que os cientistas têm feito investigação sobre este curioso nutriente que, ao que tudo indica, tem um papel crucial na saúde humana. “Ubiquinona” é outro termo para a coenzima Q10, por causa da sua qualidade de omnipotente. “Ubi” significa em toda a parte. Em 2006, surgiu no mercado um novo tipo de CoQ10, chamado “ubiquinol”, que campanhas inteligentes de marketing tentaram promover como uma fonte de CoQ10 nova e melhorada, mais facilmente absorvida no organismo e superior à ubiquinona.
Investigadores descobriram que pessoas que sofrem de doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) podem proteger-se tomando um suplemento com coenzima Q10.
Doentes com esclerose múltipla (EM) que lutam contra os sintomas da fadiga, podem ser ajudados com um suplemento de coenzima Q10 - uma substância com propriedades semelhantes às vitaminas.
É certo que temos de admitir que a hipertensão é um grande problema na nossa sociedade. "O assassino silencioso", como lhe chamam os médicos.
Dois novos estudos demonstraram como um nutriente imprescindível na produção de energia, a coenzima Q10, pode fortalecer o coração - mesmo em doentes com insuficiência cardíaca.
Algumas pessoas que tomam estatinas para diminuir o colesterol podem sofrer de depressão devido ao facto dos medicamentos diminuírem os níveis de Q10, uma substância muito importante para a produção de energia celular. Os suplementos de Q10 tomados juntamente com a medicação podem prevenir este efeito secundário.